quinta-feira, 9 de setembro de 2010



Preparado para tudo, inclusive, nada.


Sabe quando você sabe que tudo está por vir? As conquistas, os desejos e até mesmo o que você nem imagina que em seu inconsciente queira? Isso se dá quando você está amadurecendo e, quando você passa a se observar mais e ao seu redor. Por que tudo que é compartilhado conosco nos envolve. Dessa forma, indiretamente nos dedicamos ou simplesmente desejamos!

O que esta por vir? Aquilo que irá participar de nossa história e nos agregará conhecimento e experiência. Às vezes não queremos aceitar, as explicações que nos são dadas pelas situações que nossas vidas se encontram. Talvez porque não é o que queríamos para nós, ou seja, nem tudo que julgamos bom, é para nosso bem!


Mas quem disse que queremos ser felizes? Na verdade como já foi citado por mim em um dos textos anteriores, o que nós queremos é a felicidades do jeito que achamos melhor para nós. A forma na qual irá nos encontrar visualmente não lhe aguce o paladar. Mas, para mim, que estarei provando da situação, será meu momento de felicidade! E felicidade nada mais é que está satisfeita!
Tantos que tem suas vidas com saúde não são felizes e, outros que acreditam que o que lhes deixariam felizes naqueles sessenta minutos seria não sentir a dor de saber que sua vida não será nada! Desculpem-me o “nada”, mas quando sabemos que não existe uma cura para algo que possuímos em nosso corpo, e esperamos pelo dia de viver em sonho...

Nada há mais. Ou seja, estamos prontos para tudo! Inclusive para o nada!Não posso concluir por todos, mas, por mim sim. Sou apenas um Amado que sonha e “passa ao papel” o que seu lado ilusório diz!

Tudo que temo é o que acreditamos! Acredite em suas verdades e em suas mentiras. Pois ninguém tem tudo que demonstra ter! E tudo que vemos é o que as pessoas têm. Mas nem tudo que temos é o que está à vista!



segunda-feira, 26 de julho de 2010

Um autor não necessariamente precisa sentir um sentimento para falar sobre ele.


Procurei algo sobre o que falar, mas não encontrei sentido. Qual sentido tem se falar sobre o que não se sabe? O bom é ser claro! A objetividade por trás dos interesses faz com que não a sorte, mas sim as conseqüências conspirem sobre o resultado. Algo que se quer é algo que se valoriza, mesmo sem saber o que é ou de onde vem. E novamente a pergunta: valorizar o que não se conhece é possível?

Às vezes parece ser estranhos quando ouvimos alguém que não ler, falar sobre bons autores. Assim como é difícil alguém que fala sobre doçura ser tão grosso. Não necessariamente é preciso demonstrar tudo que se tem. Algumas pessoas vêem o que lhes estão amostra, outras, conseguem ver além... As atitudes podem expressar tudo que a boca não está preparada a dizer! E sobre o que estamos preparados a dizer? Estamos preparados a aceitar o que é possível, e simplesmente aceitar quando o que queremos é conquistado. A conquista é conseqüência de nossas decisões, decidir não é fácil. Porem mais difícil e intenso é estar sempre na duvida, lidar com as conseqüências da indecisão.

Penso na noiva que se casa pela paixão, Mas não conhece a convivência. Sabe ela não queira sentido para sua atitude, mas sim esperança, para que tudo que venha a partir daquele momento seja inspirador para construir um nós. Ela não sabe o que vai acontecer, nem precisa. O que precisa é que aconteça tudo menos o esperado. O beijo deve ser da mesma pessoa, porem de forma diferente, em um lugar diferente com um olhar intenso. Conclui-se que não é preciso gostar só do que se conhece. Algumas incompatibilidades são propositais, e assim os resultados passam a ser conseqüência das suas atitudes. Que facilitaram a conquista do presente, o presente é o tempo em construção, ou seja, construa sentimentos, expectativas e construa principalmente concretização de suas palavras. Quando falar que ama – ame. Aproveita o inesperado, para concretizar o desejado.

sábado, 24 de julho de 2010

Como se sente um animal em extinção?




Como se sente um animal em extinção? Talvez como meu coração se sente nesse momento. Um pouco desnorteado sem saber para onde ir. Quando estamos entre tantos outros em comum que se posicionam de forma diferente. E eu me pergunto: serei tão diferente de todos os outros por acreditar em algo que não tenho? Ser ou se sentir só, é como se comparar com um ser da fauna em extinção que provavelmente não consegui se apaixonar por um outro animal que não tenha as mesmas características que a suas, e que tampouco lhe convença que vala a pena arriscar uma convivência por um motivo incomum, se relacionar. O que é relacionamento? será que todos que sentem paixão, amor ou os que as citam, realmente a sintam? Um animal em extinção, não foi e não está preparado para viver só, creio que ser nenhum ! Em um certo livro de Augusto Cury, é citado por um personagem - Marco Polo - "O princípio da co-responsabilidade inevitável." Ou seja todos influenciamos na vida dos demais seres. O que eu faço se repercute na vida alheia de uma forma qual não se explica, bem ou mal. Isso só quem poderá dizer é o ser em extinção. Pois os monstros que o amedrontam podem ser simples visões ilusórias para os demais.
Como pode minha felicidade ser erguida ou destruída pela existência de um outro ser? Por que dependemos das segunda presença para construir um sentimento? Porque é isso que a vida selvagem representa. Todos gostam de aventuras, em seus ambíguos, paralelos e distintos sentidos para viverem emoções. A felicidade é contida de emoções que são os frutos da ações. Todos queremos chorar de felicidade ou de tristeza! Não importa. Pois do que adiantaria uma vida em grupo, sem a disputa? se todos soubéssemos os resultados das disputas, seria desnecessária.

Quero poder dizer que tentei, mesmo que isso signifique para minhas idéias, as vezes pessimistas, o quanto é importante o sentido da inexperiência. Quando citas que não toma atitude se não tiver certeza, que sobre o resultado virá um sim, tu retira a emoção do verbo tentar, pois então do que adianta o beijo sem desejo, o sorriso sem o regozijo?Nada! Pois o prazer é merecido por aqueles que arriscam, ou seja, é o tentar que o valoriza. É o resultado do risco que o conforta, a esperança que não seja o tal único da espécie. E que assim, como esse sentimento existente em si, exista em outro, mesmo que o avesso. Esse sentimento, que não é alimentado, mas consegui através da fotossintese, fazer-se existir.